Sempre vivemos no castelo (We Have Always Lived In The Castle)


Translation (via Google Translate):"Uma escritora fantástica. Se você ainda não conhece Shirley Jackson, está perdendo uma obra maravilhosa." - Neil Gaiman
Morando na casa da família Blackwood com Constance, a irmã mais velha, e o tio Julian, Merricat só quer manter o delicado equilíbrio conquistado pelos três. Mas, desde que Constance foi acusada de um terrível crime, ninguém deixa os Blackwood em paz. Quando o primo Charles chega à cidade, tentando fazer amizade com Constance e despedaçar tudo o que Merricat conquistou, ela entende que precisa fazer o possível para proteger o que sobrou de sua família - e isso pode levar a atitudes inesperadas.
Com um humor macabro, Sempre vivemos no castelo conta a sombria história de Constance e Merricat Blackwood, uma das maiores anti-heroínas da literatura americana.
"Meu nome é Mary Katherine Blackwood. Tenho dezoito anos e moro com a minha irmã Constance. Volta e meia penso que se tivesse sorte teria nascido lobisomem, porque os dois dedos médios das minhas mãos são do mesmo tamanho, mas tenho de me contentar com o que tenho. Não gosto de tomar banho, nem de cachorros nem de barulho. Gosto da minha irmã Constance, e de Richard Plantagenet, e de Amanita phalloides, o cogumelo chapéu-da-morte. Todo o resto da minha família morreu."
"A fantastic writer. If you don't know Shirley Jackson yet, you are missing out on a wonderful body of work." — Neil Gaiman
Living in the Blackwood family home with her older sister, Constance, and Uncle Julian, Merricat simply wants to maintain the delicate balance the three of them have achieved. But ever since Constance was accused of a terrible crime, no one has left the Blackwoods in peace. When Cousin Charles arrives in town, attempting to befriend Constance and tear apart everything Merricat has built, she realizes she must do whatever it takes to protect what remains of her family—and that may lead to unexpected actions.
With macabre humor, We Have Always Lived in the Castle tells the dark story of Constance and Merricat Blackwood—one of American literature's greatest anti-heroines.
"My name is Mary Katherine Blackwood. I am eighteen years old and I live with my sister Constance. I often think that if I were lucky I could have been born a werewolf, because the two middle fingers on both my hands are the same length, but I have to be content with what I have. I dislike washing, and dogs, and noise. I like my sister Constance, and Richard Plantagenet, and Amanita phalloides, the death-cap mushroom. Everyone else in my family is dead."